Estudos e Pesquisas

 

FLEXIBILIZAÇÃO DO HORÁRIO DE TRABALHO (MÓVEL)

A MILLENNIUM RH, disponibiliza o resultado do estudo pioneiro sobre os critérios e procedimentos que são adotados pelas empresas com relação à Flexibilização do Horário de Trabalho. O presente estudo foi realizado no mês de setembro, onde teve a participação de 91 empresas de vários portes, segmentos e regiões do cenário nacional. Um dos assuntos de grande interesse dos gestores das organizações é com relação quais os procedimentos adotar quando se deseja implantar um programa de Flexibilização do Horário de Trabalho (Móvel) internamente, de modo que satisfaçam comitantemente a empresa, os empregados e o Sindicato. Diante deste enfoque motivo de grande diversidade de opiniões destaca Luiz Aguiar - Gerente de Consultoria da MILLENNIUM RH, nota-se que de um universo de 91 empresas, cerca de 52,7% delas ainda não tem o hábito de adotar o horário móvel como regra, atuando de modo conservador, prevalecendo o horário fixo estabelecido por lei, ao passo que 38,5% já flexibiliza o horário de trabalho de alguma forma e que 8,8% estão estudando implantar tal procedimento em suas empresas em breve.Dentre as 35 empresas que flexibilizam o horário de trabalho, podemos dizer que 40% em média já a utilizam há mais de cinco anos e que 22,9% entre um a três anos.Um fato interessante do estudo é com relação aos motivos que levaram as empresas a adotarem o Horário Móvel, onde se nota uma grande diversidade de opiniões. Apresentamos algumas opiniões que julgamos serem as mais interessantes:
  • Adequar o horário de trabalho com o esquema de rodízio de carros e com o fluxo de trânsito em horários de pico;
  • Melhoria na qualidade de vida e satisfação pessoal;
  • Incentivar o grau de responsabilidade entre os funcionários com os objetivos da empresa;
  • Melhorar o relacionamento empresa e empregados;
  • Aumentar a produtividade;
  • Desestimular horas extras e evitar atrasos e;
  • Maior reconhecimento pelo tratamento aberto, entre tantas outras opiniões.
Um outro fator apurado no estudo é com relação ao pessoal participante do Horário Móvel distribuído por níveis hierárquicos, onde destacamos que os mais representativos das 35 empresas são os administrativos com 88,6% da amostra, seguido das chefias e consultorias com 85,7%, ao passo que os operacionais representam somente 34,3% das empresas, em virtude de trabalharem no processo produtivo.Com relação, a saber, de quem parte a iniciativa de implantar ou controlar o Horário Móvel nas empresas, ressaltamos que a Alta Administração e a área de Recursos Humanos são os principais responsáveis pelo programa. Podemos dizer ainda, que os procedimentos adotados com relação ao Horário Móvel são também adotados em outras unidades de negócios por 40% das 35 empresas e que 25,75% não adotam.Um fato interessante apresentado no estudo é com relação à utilização do Horário Móvel separada por sexo, onde destacamos que o sexo masculino representa 68,6% da amostra e o sexo feminino 31,4%.Um outro enfoque apresentado neste estudo é como o Horário Móvel interfere na produtividade das empresas, onde destacamos que 74,3% da amostra disseram que interfere de forma positiva, seguido de 20% de forma muito positiva e somente 5,7% de forma indiferente.Finalizando a análise do estudo sobre Flexibilização do Horário de Trabalho, segundo Luiz Aguiar da MILLENNIUM RH, há atualmente uma grande uniformidade de respostas com relação aos critérios de tolerância tanto no horário de entrada, como no horário de almoço e de saída da empresa, onde se verifica que a grande maioria das empresas prefere não estipular um limite mínimo ou máximo de horário, deixando a cargo de cada um a responsabilidade de controlar o seu horário. Dentre as empresas que estipulam limites, podemos dizer que a maioria adota duas horas de tolerância para a entrada no trabalho e no almoço e que no horário de saída uma hora de tolerância. Ainda, sobre os vários horários núcleos básicos adotados pelas empresas – período em que todos devem estar na empresa - chegamos a conclusão que o mais utilizado é das 9 às 17 horas. Portanto não importa o modelo de flexibilização do horário de trabalho que as empresas adotam, pois cada uma tem suas particularidades e detalhes técnicos internos próprios, ficando o critério de cada uma moldar o programa dentro de suas necessidades e características pessoais. O importante é possuir programas de gestão organizacional eficientes.

FONTE: MILLENNIUM RH - Divisão de Estudos e Pesquisas