Estudos e Pesquisas

 

FOME ZERO TEM APOIO DE 50% DAS EMPRESAS

Já não é de hoje que a fome e o padrão de vida precário fazem parte do cotidiano da população brasileira, onde várias propostas e medidas foram adotadas por governos anteriores para combater a fome e a pobreza no Brasil, porém o assunto é bem complexo e político, onde não vamos entrar no mérito da questão, por não ser este o objetivo do estudo. A MILLENNIUM RH pensando neste assunto tão em evidência nos dias atuais, realizou um estudo junto a 38 empresas dos mais variados portes, segmentos de atuação e localidades, onde se buscou saber o seguinte: qual o envolvimento das empresas e de seus colaboradores voluntários no Projeto Fome Zero, grande desafio do atual Presidente Lula; qual a forma de contribuição adotada; qual a periodicidade de contribuição; quem é o responsável pelo controle e administração do projeto e qual a sua extensão territorial. Buscou-se também identificar neste estudo alguns outros projetos de responsabilidade social adotadas por algumas empresas em prol da comunidade carente quer seja ela local, urbana ou rural, como são os casos da CBMM e do Grupo Protege (detalhes no fim desta matéria).O estudo revela segundo Carlos Luiz Aguiar – Gerente de Consultoria da MILLENNIUM RH, que as expectativas são as melhores possíveis, onde 50% das 38 empresas participantes, já adotam algum programa de combate a fome e de melhoria da qualidade de vida da população carente, o que demonstra que elas estão engajadas neste propósito. Cerca de 34% das empresas, estão estudando o assunto e procurando uma fórmula que possa ajudar o governo nesta luta, ao passo que 16% da amostra, ainda não se manifestaram sobre o assunto, aguardando o negócio tomar corpo. Veja gráfico abaixo.

Um fato interessante apresentado no estudo é com relação às formas com que as empresas estão colaborando com o projeto, onde destacamos disparadas as Ações Sociais e Campanhas de conscientização com 63,2% da amostra; seguida da distribuição de Cestas Básicas e Alimentos ambas com 31,6%.  O que chamou a atenção é de que 15,8% das empresas não acreditam que a distribuição em dinheiro seja uma medida que irá resolver o problema, o mesmo índice teve as empresas que ainda não resolveram de que forma irão colaborar com o projeto. Veja gráfico abaixo.

Já com relação à periodicidade de contribuição com o Projeto Fome Fone, destaca Aguiar da MILLENNIUM RH que as formas mais adotadas pelas empresas são as mensais e trimestrais, ambas com 36,8% da amostra e as formas semestrais e anuais com 10,5%. Isto demonstra um grande comprometimento e interesse das empresas e de seus colaboradores na melhoria das condições de vida da população carente. Veja gráfico abaixo.

Ainda no que se refere a quem cabe a responsabilidade de controlar e administrar o programa, destacamos a área de Recursos Humanos com 57,9% da amostra em virtude de seu envolvimento com outros projetos de responsabilidade social. A Alta Administração ficou em segundo lugar com 21,1% por ser a responsável pela parte financeira da empresa e por conhecer melhor até que ponto ela pode colaborar. Veja gráfico abaixo.

Finalizando o estudo, em virtude da grande extensão territorial do Brasil, a grande maioria das empresas ou seja 84,2% delas preferem contribuir no combate a Fome Zero em suas comunidades locais, seguida com 21% das empresas em áreas metropolitanas e 15,8% em áreas rurais, comenta Aguiar da MILLENNIUM RH. Veja gráfico abaixo.

O CASO DA CBMM: A Cia. Brasileira de Metalurgia e Mineração, através de sua fundação Djalma Guimarães foi à patrocinadora do projeto Fome Zero, em parceria com o Instituto de Cidadania e do atual Presidente Lula. As contribuições para o projeto que está agora sendo implementado, foram efetivadas em várias etapas de desenvolvimento e a CBMM também contribuirá para a execução das idéias constantes do projeto.

O CASO DO GRUPO PROTEGE: O Grupo Protege já desenvolve dois Projetos Sociais: Projeto Aprender e Projeto Crescer. O primeiro visa proporcionar aos funcionários a possibilidade de concluírem o ensino fundamental e médio para seus 1.000 funcionários aproximadamente. O segundo visa à prática de ações nas comunidades locais, tais como: curso de informática, palestras, atividades esportivas, doações, etc. A empresa também está estudando a aplicação de outras ações, como por exemplo a mobilização de todos os seus funcionários em uma grande Campanha do Agasalho.

FONTE: MILLENNIUM RH - Divisão de Estudos e Pesquisas